quarta-feira, 27 de julho de 2011

SAÚDE - "A PRECIOSA VITAMINA C, SEUS MITOS E VERDADES"

(Frutas cítricas, legumes verdes e maçã tem doses suficientes)


A vitamina C foi isolada em 1928, sendo demonstrado o seu potencial para curar o escorbuto, uma doença que os marinheiros europeus tinham quando saíam em longas viagens de navio e ficavam privados da ingestão dos seus alimentos fontes.

Os seres humanos são uma das poucas espécies que não podem produzir a vitamina C e devem receber esse nutriente através dos alimentos.

O principal papel da vitamina C é a síntese do colágeno, uma proteína que une e dá sustentação às células corporais. O quadro clínico da deficiência de vitamina C se manifesta com fadiga, depressão, inflamação das gengivas e dificuldade de cicatrização de feridas.

Atualmente, as manifestações do escorbuto podem ainda ser vistas em pessoas que ingerem muita bebida alcoólica, pois o uso crônico do álcool pode interferir na adequação da ingestão, absorção e disponibilidade da vitamina C no organismo.

Entre as múltiplas funções da vitamina C, talvez, a mais estudada está na sua ação antioxidante. Isso significa que ela consegue neutralizar algumas reações químicas potencialmente prejudiciais ao nosso organismo.

Dentre estas, a vitamina C protege o organismo contra a oxidação do colesterol, tornando-o menos deletério à saúde cardiovascular. Este efeito antioxidante também é postulado como potencialmente protetor para certos tipos de câncer e contra o envelhecimento.

A origem da fama da vitamina C na prevenção e no tratamento da gripe vem do seu conhecido efeito na produção de anticorpos. Na verdade, ela parece fundamental para a proteção imunológica, além de participar da produção do interferon, uma substância com ações anti-viral e anti-câncer.

Apesar da extensa publicidade promovida pela indústria farmacêutica, sugerindo que a vitamina C possa prevenir gripes e resfriados ou aliviar sua virulência, a pesquisa médica não conseguiu dar suporte científico para essa indicação.

Nossa afirmação se baseia em extensa pesquisa científica, com estudos bem elaborados que revelam que as pessoas que consomem suplementos de vitamina C, mesmo em grandes doses de até 3g por dia quando as recomendações de ingestão diária são de até 60mg por dia não estão mais protegidas do que aquelas que não fazem suplementação. Esses resultados revelam claramente que não há fundamento que justifique indicar vitamina C para prevenir e muito menos tratar gripes e resfriados.

A vitamina C é amplamente encontrada, em grande quantidade, nas frutas cítricas e nos vegetais verdes. O estoque corporal médio de vitamina C é em torno de 900mg e, muitas vezes, as pessoas consomem, de maneira abusiva, doses muito maiores do que essas. A absorção deste nutriente é rápida e eficiente e o organismo se previne das ingestões excessivas e das mega doses aumentando sua excreção urinária. Isso pode causar acidificação urinária excessiva, uma vez que a vitamina C é um ácido, que aumenta a síntese de oxalato e com ele, uma maior produção de pedras no trato urinário.

A literatura médica está repleta de citações que atestam o incontestável benefício antioxidante de uma alimentação rica em frutas e vegetais, com menor incidência de doenças crônicas como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer.

Esses alimentos exercem tal efeito através de concentrações adequadas de antioxidantes, que atuam em conjunto com outras substâncias também presentes nesses alimentos, garantindo o efeito antioxidante eficaz.

A partir dessas evidências, a pesquisa científica passou a avaliar o benefício isolado de tais antioxidantes oferecidos em cápsulas e comprimidos, os suplementos vitamínicos.

Se os 60mg de vitamina C recomendados diariamente podem ser benéficos, que dirá as mega doses de até 1000mg presentes no mercado, pensarão alguns, ou até as 10.000mg ingeridas pelo cientista Linus Pauling, antes de falecer vítima de câncer, uma vez que ele era um fumante inveterado…

Esse era o pensamento dominante, quando foram preconizadas tais doses.

Logo, descobrimos que graças à capacidade de auto-proteção do nosso organismo, os rins eliminam a maior parte dessa vitamina em cápsulas, evitando catástrofes maiores. Hoje, já sabemos que 100g de maçã com casca possui o mesmo efeito antioxidante de 500mg de vitamina C.


(Fonte : Ellen Simone Paiva/http://www.mundomaisorganico.com.br/)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

PESQUISA - "PENSAMENTO POSITIVO REDUZ RISCO DE DERRAMES E AVC'S"

(Cuidar da mente, e da qualidade de nossos pensamentos)


Uma nova pesquisa se atreve a afirmar, cientificamente falando, que o pensamento positivo leva a menos casos de derrames.

Não, não é simplesmente o fato de que as pessoas que parecem mais felizes são mais propensas a cuidar melhor de si mesmas – apesar de isso ser verdade, os cientistas também dizem que ser mais positivo pode ter realmente um efeito biológico direto.

Estudos anteriores haviam descoberto uma ligação entre otimismo e menor risco de eventos cardiovasculares, como ataques cardíacos. Este é o primeiro a sugerir que pessoas mais velhas que olham para o lado positivo da vida tendem a sofrer menos de derrames, que podem matar ou deixar pacientes parcialmente paralisados pela vida.

Psicólogos da Universidade de Michigan, EUA, acompanharam 6.000 pessoas com mais de 50 anos por dois anos, nenhum delas tinha sofrido um derrame antes. Durante o período do estudo, 88 derrames ocorreram, alguns fatais e outros nem tanto. Pequenos derrames (acidente isquêmico transitório) foram excluídos.

No início da pesquisa, cada participante respondeu um questionário acerca de sua visão da vida. Eles responderam o quanto concordavam ou não com uma série de afirmações como “Em tempos incertos, eu costumo esperar o melhor” e “Se alguma coisa pode dar errado comigo, dará”.

Apesar de ser difícil de quantificar, os pesquisadores calcularam uma escala de otimismo variando de 3 a 18 pontos. O resultado foi surpreendente: eles concluíram que a característica era fortemente relacionada com a redução do risco de derrame. Para cada “unidade” a mais de otimismo, a chance de derrame caía 9%.

Os cientistas explicam que as pessoas que esperam melhores coisas da vida tomam medidas ativas para promover sua saúde. No entanto, além disso, há algumas evidências de que o otimismo tenha um efeito direto biológico também, talvez estimulando o sistema imunológico.

[Telegraph]

terça-feira, 19 de julho de 2011

PESQUISA - "PACIENTES DE MÉDICOS EXPERIENTES MORREM MAIS"

(Médicos velhos são resistentes às atualizações da profissão)

Segundo um novo estudo, os pacientes mais doentes têm resultados piores sob os cuidados de médicos experientes do que quando são tratados por profissionais mais novos.

O médico pesquisador William Southern e seus colegas examinaram os registros de mais de 6.500 pacientes que haviam sido hospitalizados entre 2002 e 2004, na cidade de Nova York.
A conclusão do estudo foi publicada no periódico American Journal of Medicine (Jornal Americano de Medicina).

Os pacientes cujos médicos praticavam a profissão há pelo menos 20 anos ficaram mais tempo no hospital e eram mais propensos a morrer em comparação com aqueles cujos médicos tinham licença médica há apenas cinco anos.

A pesquisa foi conduzida no hospital Montefiore, que é um hospital-escola onde os pacientes são atendidos pela primeira vez por um médico júnior, que o atribui a uma das seis equipes médicas do local.

Cada equipe tem um estudante de medicina recém-formado, e um médico sênior conhecido como o médico assistente.

Ao longo do estudo, havia 59 diferentes médicos assistentes. Os pesquisadores os dividiram com base em quanto tempo eles estavam praticando a profissão: cinco anos ou menos, de seis a dez anos, 11 a 20 anos, ou mais de 20 anos.

Os pesquisadores assumiram que os médicos poderiam se comportar de maneira diferente com pacientes de longa data, então confinaram o estudo aos casos em que paciente e médico nunca tinham se encontrado antes.

Na comparação entre os médicos mais e menos experientes, os cientistas descobriram que os pacientes do grupo mais experiente morreram mais.

À primeira vista, em comparação com pacientes de médicos mais novos, aqueles com os médicos mais experientes tiveram um aumento de mais de 70% em suas chances de morrer no hospital e um aumento de 50% em suas chances de morrer dentro de 30 dias.

Quando os pesquisadores levaram em conta quão doentes os pacientes estavam, descobriram que apenas os pacientes mais doentes – aqueles com problemas médicos complicados – estavam em maior risco nas mãos dos médicos mais experientes.

Os pesquisadores também descobriram que, enquanto a experiência do médico desempenhou um papel em quanto tempo pacientes permaneceram no hospital, outro fator importante era quantos pacientes hospitalizados o médico estava cuidando.

Quando os médicos não estavam muito ocupados, eles mantinham os pacientes no hospital por aproximadamente o mesmo tempo médio, não importa quantos anos de experiência tinham.
Mas quando tinham um monte de pacientes para ver no hospital, aqueles com mais de 20 anos de experiência mantinham pacientes no hospital cerca de meio dia a mais do que seus pares que praticam medicina há menos de cinco anos.

Estudos anteriores já tinham demonstrado que os médicos com mais tempo de prática são menos propensos a aderir a orientações.

Segundo cientistas, os resultados indicam que a profissão médica exige que a pessoa mantenha-se atualizada.

É um problema de qualidade de atendimento que tem sido reconhecido recentemente.

A descoberta não significa que quanto mais treinamento você tenha, sua qualidade fica pior. O problema não está na capacidade dos médicos mais experientes, mas sim na sua familiaridade com as diretrizes mais atuais e práticas.

Os cientistas discutem a necessidade de repensar a forma como os médicos são continuamente educados nos anos depois de completar a sua certificação. Eles sugerem que os médicos com mais de 20 anos de prática sejam obrigados a se recertificar periodicamente.

A maioria dos médicos não participa de programas de educação depois de terminar sua formação. Eles podem assistir palestras e ler artigos de pesquisadores médicos, mas, mesmo que essas sejam formas importantes de aprendizagem, seria melhor desenvolver programas educacionais que engajem ativamente os médicos mais experientes.

[Reuters]

segunda-feira, 18 de julho de 2011

"ESTÉTICA - OS 10 ERROS QUE COMPROMETEM A BELEZA DE TUA PELE"


Não é fácil manter a disciplina diante do espelho ! Passar protetor solar regularmente, inclusive na hora do almoço, aplicar aquele creme antissinais religiosamente duas vezes por dia, dormir as oito horas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde e não se render à tentação de espremer aquela espinha que há dias está incomodando, entre outras coisas, podem parecer tarefas fáceis, até básicas.

A verdade é que tanto os grandes como os pequenos deslizes podem comprometer a beleza e a saúde da pele, principalmente quando se tornam hábitos. Para fugir dessa armadilha, confira a seguir os 10 erros mais comuns que cometemos e suas conseqüências, e fique de olho nas dicas dos dermatologistas para evitá-los.

Não retirar a maquiagem antes de dormir é um dos pecados cometidos contra a pele por muitas mulheres. Lave o rosto e, se a preguiça ameaçar vencer, use os práticos e rápidos lenços demaquilantes

1. Dormir sem tirar a maquiagem

Alguns tipos de maquiagem, como as que contêm óleos e silicones, podem obstruir os poros e provocar acne. Além disso, o hábito de dormir de maquiagem pode deixar a pele opaca, com aspecto cansado e poros mais dilatados. Para completar a lista de desastres, aumenta significativamente o risco de comedões (cravos). “A solução mais prática para os dias de preguiça são os lencinhos demaquilantes ou os demaquilantes 3 em 1, que limpam, tonificam e hidratam”, recomenda a dermatologista Fernanda Casagrande.

“Outra opção útil são as espumas manipuladas para lavar o rosto, pois contêm ativos que removem muito bem a maquiagem. São práticas e fáceis de usar”, complementa a médica.

2. Espremer espinhas

Mirar no espelho o pontinho vermelho e colocar logo os dedinhos em ação é um verdadeiro castigo para a pele. Para driblar esse impulso, ou ao menos fazer a coisa certa, vai aqui uma dica da dermatologista Fernanda Casagrande, de Farroupilha (RS): “em casa mesmo, pode ser usada uma pequena agulha estéril, de tamanho 26G, comprada em farmácia, para fazer um furinho bem superficial e no meio da lesão. Assim, será mais fácil drenar e a pele não será tão agredida. Em seguida, basta aplicar um gel à base de peróxido de benzoila, ativo que ajuda a secar mais rapidamente”, resume a médica.

3. Não usar protetor solar regularmente

“O uso do protetor solar é o método mais eficaz de prevenir o envelhecimento da pele”, resume o dermatologista Jorge Mariz, diretor da Personal Clinic, do Rio de Janeiro. “Além de envelhecer, a exposição solar prolongada e inadequada pode causar câncer de pele”, complementa o médico.

E entre esses dois problemas graves, um de estética e outro de saúde, a falta de protetor solar pode provocar estragos como perda de elasticidade (que também envelhece), manchas, ressecamento excessivo, queimaduras e descamação. Para prevenir esses problemas e deixá-los o mais longe o possível, é imprescindível usar diariamente o protetor solar, em todas as estações do ano, mesmo sem estar na praia ou piscina, e também nos dias nublados e com chuva.

É necessário aplicar o produto cerca de 30 minutos antes de sair de casa e reaplicá-lo a cada duas horas (no verão) ou após transpiração intensa e exercícios físicos. Melhor ainda se o protetor, além de oferecer FPS (Fator de Proteção Solar), também somar propriedades hidratantes e antioxidantes, que previnem o ressecamento e o envelhecimento precoce da pele.

Dormir mal deixa a pele opaca, sem viço. Descansar dez minutos no dia seguinte pode ajudar um pouco, mas o ideal é dormir cerca de oito horas por dia


4. Não cumprir as 8 horas de sono recomendadas

O tempo necessário para o descanso varia de uma pessoa para outra, mas geralmente oito horas de sono é a média para regular o estresse da rotina diária, além de prevenir doenças crônicas. E com a pele não é diferente. "O sono é importante para restabelecer o pH e a hidratação da pele, que diante da falta de descanso se torna mais seca e sem brilho. Isso sem falar nas olheiras que ficam evidentes quando a pessoa dorme mal e pouco”, resume o dermatologista André Vieira Braz.

A falta de sono deixa a região embaixo dos olhos ainda mais escura. “Mesmo quem não tem olheiras passa a ter depois de uma noite mal dormida”, destaca o médico, ressaltando que, no caso das olheiras, por ser um problema interno (vasodilatação dos vasos sanguíneos que irrigam o globo ocular) há pouco a fazer em se tratando de cosméticos. “Uma saída é tentar dormir bem na noite seguinte ou, pelo menos, uns 10 minutos no dia seguinte, o que pode fazer a diferença”, acredita André, que recomenda uma boa limpeza e hidratação da pele ao acordar, já que a hidratação natural feita pelo sono não vai ocorrer.

Para amenizar as olheiras, no dia seguinte, vale fazer compressas de água gelada ou chá de camomila gelado no local – a baixa temperatura promove uma vasoconstricção (redução do calibre dos vasos sanguíneos) e ameniza o aspecto de cansaço.

5. Nunca esfoliar a pele ou fazê-lo em excesso

Esfoliação exige bom senso. Em exagero, retira a camada protetora da pele, que funciona como uma barreira física; se for muito amena, não faz efeito. “Mas na medida certa, a esfoliação promove uma melhora da textura, favorece que a derme absorva melhor os ativos dos hidratantes e ainda descongestiona os poros. A pele fica mais uniforme e estimulada para produzir células novas”, justifica o dermatologista Jorge Mariz, do Rio de Janeiro. O esfoliante facial ideal deve ser suave (os muito grossos agridem a pele), aplicado na pele limpa e úmida, e sempre retirado com água corrente. Para complementar, hidrate a cútis, para que não fique exposta, sem proteção. No corpo, o processo é o mesmo. Mãos, cotovelos, joelhos e calcanhares necessitam de uma esfoliação mais intensa. Já o colo e o pescoço exigem leveza, porque tendem a ficar irritados com facilidade. “Geralmente, as peles oleosas podem ser esfoliadas duas vezes por semana; já as secas e normais, apenas uma vez a cada sete dias. Caso haja qualquer reação, o ideal é reduzir a esfoliação para uma vez por mês”, aconselha Jorge.

6. Exagerar no botox ou em qualquer outro procedimento estético

O tratamento estético facial bem feito é aquele que fica bem natural – de maneira que ninguém perceba nada além de um rosto descansado e com viço. “Um bom ‘botox’ ou qualquer outro procedimento pode ser uma arma poderosa contra o envelhecimento, mas tem que ser discreto, só para amenizar a fisionomia cansada, e não para acabar completamente com as rugas”, afirma o dermatologista André Braz.

Para garantir um bom resultado é preciso saber escolher o profissional e ter certeza de que os produtos utilizados por ele são de boa procedência. “O médico, para fazer um procedimento natural e correto, tem que compreender a real expectativa da paciente, isto é, tratar o que a incomoda de maneira consciente, desde que ele concorde com a queixa, claro.

A minha premissa é repor o que foi perdido e não modificar o que se tem. Outro ponto importante é usar produtos e aparelhos de qualidade e seguros, aprovados pela ANVISA”, diz André, que dá uma última dica: “a melhor maneira de conhecer o bom procedimento e o bom médico é observando os resultados em alguém que já tenha se tratado com ele e avaliar a satisfação do paciente e o efeito visual do tratamento”.

Tomar banho quente retira a camada protetora da pele. A água, segundo os dermatologistas, deve ser sempre morna

7. Tomar banhos longos e com água muito quente

O frio, o vento e a baixa umidade do ar no inverno comprometem a hidratação natural do corpo. Para piorar, as células que produzem a gordura da pele diminuem sua atividade. Soma-se a isso o efeito devastador dos banhos prolongados e muito quentes, que ressecam ainda mais a derme, principalmente se forem com buchas.

Resultado: pele extremamente seca. “A água quente retira o manto hidrolipídico da pele, que é a camada de gordura e água que protege a cútis. Como conseqüência, ocorre uma desidratação intensa. Por isso é tão importante tomar banho morno”, aconselha o dermatologista Jorge Mariz. Vale lembrar: pele seca é pele frágil e suscetível a rugas. Por isso, a recomendação é intensificar a hidratação.

“Antes de escolher um hidratante, verifique no rótulo os princípios ativos. Para as peles secas e normais, costumo indicar os produtos à base de hidroxietil uréia, que têm mais poder de hidratação, e produtos que funcionam como veículos de hidratação como vitamina C, ácido hialurônico e oligoelementos.

Para as peles oleosas, sugiro as versões 'oil-free', que hidratam sem excesso de óleo e com componentes que não provocam acne”, diz o dermatologista Jorge Mariz. Outro princípio ativo importante dos hidratantes, para os casos de ressecamento excessivo, segundo o médico, é o 'aquaporine', que melhora a circulação de água entre as células, reforça a reserva natural de água na epiderme e restaura a hidratação, maciez e elasticidade da pele.

8. Passar cremes clareadores de pelos no buço

O maior risco desses clareadores de pelos são as alergias na pele que podem resultar em manchas. E depilar também é complicado: por ser uma região delicada, é raro ter algum tipo de cera que não manche. “Uma boa solução para o problema de pelos nessa área pode ser o laser. Caso não seja possível, costumo indicar a depilação com linha, que não agride a pele”, recomenda Fernanda Casagrande.

9. Deixar de lado os cuidados com pescoço e mãos

Por ficarem expostos, as mãos e o pescoço mostram muito a idade. “O pescoço é uma região ampla, com uma pele muito fina, mas algumas marcas têm produtos específicos eficientes para essa região. É necessário usá-los duas vezes ao dia, sem dispensar o protetor solar, claro, que deve ser o mesmo do rosto”, orienta o dermatologista André Braz que sugere ainda, a partir de 35 ou 40 anos, a aplicação de toxina botulínica preventiva nessa região cervical. “Em pequenas doses e de maneira natural, para impedir que a força muscular "puxe" a linha da mandíbula para baixo, causando no futuro aquele aspecto de 'bulldog'”, esclarece o médico. Algumas tecnologias de radiofreqüência também são indicadas para evitar a flacidez dessa região. Já as mãos, precisam de protetor solar com FPS alto, como o 50, por exemplo, além de hidratante com antioxidantes e princípios despigmentantes.

“Para tratar manchas, a luz intensa pulsada combinada com um peeling de ácido retinóico a cada quatro meses, melhora a textura e deixa o tom da pele uniforme, mais claro”, sugere André.

10. Não usar hidratante ou creme antissinais no rosto

A partir dos 25 anos, hidratar a pele passa a ser uma lei, pois é com essa idade, em média, que a pele começa a perder a hidratação natural, principalmente a normal e a seca, pela própria natureza de suas características.

A pele oleosa e a mista (com oleosidade na zona T: testa, nariz e queixo) também sofrem com esse processo, porém menos, e nesses casos o ideal é hidratar com produtos que não sejam tão densos, como gel ou sérum. "O principal prejuízo da falta de hidratação adequada é o ressecamento e, consequentemente, a formação de rugas precoces", justifica o dermatologista André Vieira Braz, do Rio de Janeiro.

Para amenizar o problema, ele sugere que se aplique hidratante ou um creme antissinais pela manhã com protetor solar, e à noite, apenas o creme. “Todos os dias, rigorosamente”, avisa o médico.

domingo, 17 de julho de 2011

"SAÚDE - CINCO FORMAS DE CONTATO QUE PROMOVEM NOSSA SAÚDE"



Eis a dica de um medicamento barato e gostoso que pode lhe trazer muitos benefícios: contato. Quer seja um aperto de mão, um grande abraço ou uma massagem, o toque tem a capacidade de baixar a pressão arterial e a frequência cardíaca e aumentar a função imunológica bem como aliviar a dor. Quer melhor jeito de ficar saudável, para não mencionar mais feliz e menos ansioso? Então, aqui vai uma lista de várias formas para você explorar esse remédio natural:
1 – RECEBA UMA MASSAGEM
Massagens, por mais rápidas e simples que sejam, ajudam a relaxar. Não é apenas uma sensação mental: os músculos massageados relaxam, a frequência cardíaca diminui, a pressão arterial elevada cai, e os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, caem. Neste estado relaxado, seu corpo é capaz de se “recarregar”. O resultado: um sistema imunológico reforçado.
O hormônio cortisol suprime a resposta imunológica, então tudo o que aumenta o relaxamento provoca a restauração da resposta imunológica do seu corpo. Recentemente, pesquisadores mediram a função imunológica em adultos saudáveis que receberam uma massagem de 45 minutos. Os massageados tinham mais glóbulos brancos, incluindo as células que “matam” invasores, e ajudam o corpo a combater vírus e bactérias, e menos tipos de citoquinas inflamatórias associadas a doenças autoimunes.
2 – ABRACE MUITO
O ato de abraçar inunda nossos corpos com ocitocina, o “hormônio do amor”, que faz as pessoas se sentirem seguras e confiarem mais nos outros, além de reduzir os níveis de cortisol e o estresse. Mulheres que recebem mais abraços de seus parceiros têm níveis mais altos de ocitocina e pressão arterial e frequência cardíaca baixas. E nem precisa ser de um parceiro: um abraço de qualquer pessoa que você goste funciona. Pesquisadores já testaram: quem recebe abraços da mamãe também tem menores níveis de cortisol.
3 – ANDE DE MÃOS DADAS
Segurar as mãos de alguém que você gosta é extremamente calmante. Pesquisadores descobriram isso quando administraram ressonância magnética funcional em 16 mulheres casadas. Eles “mentiram”, dizendo que elas poderiam sentir um leve choque. A ansiedade resultante fez com que a atividade cerebral das mulheres “enlouquecesse”. Mas quando as mulheres deram as mãos a um dos pesquisadores, essa resposta de estresse diminuiu, e quando elas seguraram as mãos de seus maridos, realmente se acalmaram.
Segundo os cientistas, houve uma mudança qualitativa no número de regiões do cérebro que não estavam mais reagindo à sugestão ameaçadora. Quando você está em um relacionamento feliz, apertar as mãos do parceiro reduz a atividade relacionada ao estresse em uma área do cérebro chamada hipotálamo, o que reduz os níveis de cortisol no sistema, assim como na parte do cérebro que registra a dor, realmente diminuindo-a.
4 – FAÇA SEXO
O sexo envolve total contato corporal. Portanto, nos inunda com ocitocina e endorfinas, hormônios que nos fazem sentir bem, especialmente emocionalmente. O sexo regular também tem vantagens físicas, possivelmente nos impedindo de ficar doente com frequência. As pessoas que têm relações sexuais uma ou duas vezes por semana têm 30% mais imunoglobulina A na saliva, que combate infecções. E se você não tiver um parceiro fixo, não se preocupe: sexo “solo” também conta. Pelo menos um estudo ligou a masturbação a menor risco de depressão.
5 – CUIDE DE SEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO
Se você é proprietário de um animal de estimação, com certeza fica menos tenso quando faz um carinho atrás de suas orelhas. De fato, pesquisas mostram que a pressão arterial das pessoas cai quando eles cuidam de seus cães. Acariciá-los também melhora a função imunológica e alivia a dor, ou pelo menos a percepção da dor. Portanto, não resista quando seu cãozinho lhe rondar querendo atenção: no mínimo, vai fazer muito bem para você.

[CNN]

sexta-feira, 15 de julho de 2011

"SAÚDE - TINTURA DE CABELO E A LEUCEMIA AGUDA EM RECEM NASCIDOS"

(Alergias, cancer e bebês doentes...evite ou use menos)


A utilização de tintura de cabelo por mulheres grávidas pode trazer alguma consequência ao bebê?

O biólogo Arnaldo Couto analisou uma possível associação entre o uso de produtos de tintura e alisamento de cabelo durante a gravidez e o desenvolvimento de leucemia aguda em menores de dois anos.

A investigação encontrou evidências sugestivas de uma possível associação entre o uso de tintura/alisamento de cabelo no período inicial da gravidez e o desenvolvimento de leucemia aguda em lactentes.

Os dados levaram a uma estimativa de risco duas a três vezes mais elevada em gestantes que se expuseram àqueles cosméticos durante o 1º e 2º trimestres da gravidez.

Pintando a leucemia

De acordo com Arnaldo, foram realizadas análises três meses antes da gravidez, durante a própria gestação, que foi dividida em três trimestres, e três meses após o parto.

Os dois principais tipos de leucemias na infância são: a leucemia linfoide aguda (LLA) e a leucemia mieloide aguda (LMA), sendo a LLA a mais frequente (75% dos casos pediátricos).

"Nossos dados encontraram um resultado interessante: observamos um aumento na estimativa de risco no primeiro trimestre da gestação em torno de 70%, explica o pesquisador. "Para LLA foi observado um aumento na estimativa de risco na ordem de 80% cujas mães mencionaram uso de tinturas e alisantes de cabelo no primeiro e segundo trimestre da gravidez. Em relação ao uso destes cosméticos durante a lactação, observou-se um excesso de risco na ocorrência de LMA de 2,59 vezes maior para mulheres que fizeram uso de produtos capilares."

Relação entre tintura para cabelo e câncer

"A relação entre a tintura de cabelo e o possível desenvolvimento de câncer, incluindo leucemias, vem sendo estudada por diferentes pesquisadores com resultados contraditórios. De acordo com nosso conhecimento, este é o primeiro estudo a analisar esta exposição das leucemias em lactentes, principalmente quando ocorre durante a gestação.

"A associação entre os casos de câncer e o uso de tintura de cabelo já vem sendo analisada desde o fim da década de 70, mas as pesquisas eram desenvolvidas para as pessoas mais velhas, já que o hábito de pintar os cabelos era realizado por pessoas de uma determinada idade - na medida que surgiam cabelos brancos.

"Hoje em dia, o uso da tintura de cabelo é algo comum, principalmente entre adolescentes," explica o pesquisador.

Química da tintura de cabelos

O estudo analisou as marcas comerciais de produtos para tintura de cabelo e realizou uma estimativa do risco a partir dos compostos químicos neles presentes.

"Observamos uma diversidade de produtos, com cerca de 150 compostos diferentes nas tinturas. Destes, aproximadamente 32 apresentaram aumento na estimativa de risco."

Por conta disso, o trabalho alerta para uma maior fiscalização dos órgãos de vigilância dos cosméticos.

"É importante ressaltar que trabalhamos com o possível risco de leucemia no lactente, ocorrida a partir da exposição da mãe durante a gravidez. Os órgãos de vigilância dos cosméticos devem trazer essas informações mais completas para as usuárias.

"Nosso trabalho sugere ainda que haja um aumento na estimativa de risco, e isso revela a importância das agências reguladoras verificarem a composição química dos produtos, já que algumas substâncias presentes já são definidas como cancerígenas. Esses fatos necessitam ser claramente explicados para a sociedade."

Recentemente, uma pesquisa realizada na Noruega apontou os riscos das tinturas para cabelos e outros cosméticos para as próprias pessoas que os utilizam, mostrando dados preocupantes sobretudo com relação a reações alérgicas.

(http://www.diariodasaude.com.br/)

"PESQUISA - ÓLEO DE PEQUI PREVINE E COMBATE CARDIOPATIAS"

(Em cápsulas, ele deverá chegar ao mercado no ano que vem)


Depois de 10 anos pesquisando as propriedades do pequi, fruto típico do cerrado, o biólogo Cesar Koppe Grisolia, da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveu um produto com efeitos fitoterápicos, que ajuda a evitar a formação de placas de gordura nos vasos sanguíneos, diminuindo assim o risco de problemas cardíacos.

Os resultados da pesquisa foram apresentados durante a 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Goiânia (GO).

Nutracêuticos

Tecnicamente o novo produto é enquadrado na categoria dos nutracêuticos, um composto que se situa entre um alimento e um remédio.

Teoricamente, eles nutrem e trazem saúde.

"É um produto que incrementa as funções fisiológicas, revigorante e que vai além de um alimento", explica Grisolia. "O que desenvolvemos tem tanto propriedades nutracêuticas como fitoterápicas, mas vamos registrar na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) apenas na primeira categoria, porque o processo é mais simples e barato."

O pequizeiro (Caryocar brasiliense) é uma árvore típica do cerrado e está ameaçada de extinção. Seu fruto tem sabor peculiar e nem sempre é apreciado por todos.

Mas é altamente nutritivo, rico em vitaminas e sais minerais e compostos antioxidantes, que capturam radicais livres, moléculas nocivas formadas nos organismos.

"Para que as pessoas possam fazer uso de suas propriedades, desenvolvendo cápsulas de extrato da polpa e outras de óleo de pequi", conta Grisolia.

Exploração sustentável

O novo produto, que rendeu mais de 10 artigos científicos sobre o assunto, também serviu para destacar a importância da preservação do cerrado, bioma que está tão ameaçado quanto a Amazônia.

Segundo Grisólia, ele criou um modelo de exploração sustentável, com geração de mão-de-obra e renda para as comunidades rurais da região. "Meu trabalho mostra que o cerrado preservado é economicamente importante", diz. "Para quem acha que pesquisa só é importante quando se consegue um ganho econômico, fizemos isso. Mas para outros, manter a biodiversidade é uma questão de respeito às outras formas de vida."


(http://www.diariodasaude.com.br)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

PESQUISA - "ANTIDEPRESSIVOS NA GRAVIDEZ PROVOCAM AUTISMO EM BEBÊS"


Segundo um novo estudo, crianças cujas mães tomam Zoloft, Prozac, e outros antidepressivos similares durante a gravidez são duas vezes mais propensas a desenvolver autismo ou um distúrbio relacionado.

Essa classe de antidepressivos, conhecidos como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), pode ser especialmente perigosa no início da gravidez: crianças expostas às drogas durante o primeiro trimestre tinham quase quatro vezes mais chances de desenvolver um distúrbio do espectro do autismo.

O estudo incluiu menos de 300 crianças diagnosticadas com autismo ou doenças relacionadas. Usando um banco de dados de um hospital que inclui mais de 3,2 milhões de pessoas, a equipe identificou 298 crianças com a condição que nasceram entre 1995 e meados de 1999, e as compararam com 1.507 crianças sem autismo que tinham mais ou menos a mesma idade e nasceram no mesmo hospital.

Em seguida, os cientistas checaram se suas mães, no ano antes do nascimento, preencheram prescrições para um ISRS, incluindo Prozac, Zoloft, Luvox, Celexa, e Paxil (ou suas versões genéricas). Os pesquisadores não puderam confirmar se as mães realmente tomaram a medicação, no entanto.

20 das crianças com austimo (ou 6,7%) foram expostas a ISRS no útero, comparativamente com 50 (3,3%) das crianças no grupo de controle. Depois de levar em conta outros fatores que poderiam afetar tanto o risco de autismo quanto o uso de ISRS (tais como a idade da mãe, etnia e histórico de depressão ou outras doenças mentais), os pesquisadores descobriram que a exposição às drogas no útero aumenta o risco de diagnóstico de autismo em 2,2 vezes, enquanto no primeiro trimestre a exposição ao risco aumenta 3,8 vezes.

Cerca de 12% das mães cujos filhos tinham autismo foram diagnosticadas com depressão ou outro distúrbio mental. Pesquisas anteriores já haviam descoberto um maior risco de autismo nos filhos de mães com transtornos mentais, mas o novo estudo não encontrou tal relação em mães que não tomaram ISRSs.

Os pesquisadores alertam que essa é a primeira pesquisa sobre o assunto, e não prova que tomar ISRS durante a gravidez causa diretamente a condição. Os resultados precisam ser confirmados em estudos maiores, e as mulheres não devem se guiar por essas informações ainda.

Segundo os médicos, deficiência mental materna durante a gravidez é um grave problema de saúde pública. Não tratar não é uma opção. Enquanto algumas crianças podem estar em risco por causa de uma exposição à ISRS, muitas mães e seus filhos se beneficiarão.

Depressão não tratada durante a gravidez carrega seus próprios riscos, tais como nascimento prematuro e problemas de crescimento. Os riscos potenciais para a criança tem que ser equilibrados com o risco da mãe não ser tratada. Os pesquisadores não querem que as pessoas parem de tomar antidepressivos por causa da nova associação: o correto é conversar com seus médicos sobre a relação risco-benefício.

Evidências de estudos anteriores sugerem que as pessoas com autismo têm anormalidades nos seus níveis e regulação de serotonina, uma substância química do cérebro envolvida no humor e vários outros processos biológicos. Os cientistas acreditam que os ISRSs aumentam a disponibilidade de serotonina no cérebro, uma vez que as drogas passam através da placenta, e poderiam influenciar o desenvolvimento de um bebê.

Em estudos com animais, as mudanças nos níveis de serotonina durante a gravidez tiveram grandes efeitos no desenvolvimento do feto e da prole. Se houver efeitos similares em seres humanos, dizem os pesquisadores, eles podem variar dependendo da composição genética de uma criança.

A grande maioria das crianças do estudo que foram expostas a ISRSs no útero não desenvolveu autismo. Há muitas crianças que sofrem exposição pré-natal a ISRS e que são resistentes: o próximo passo da pesquisa é descobrir quem está em risco e quem não está.

A Administração de Drogas e Alimentos americana diz que, quando administradas em altas doses, drogas dessa categoria têm sido relacionadas com defeitos de nascimento em estudos com animais.

Não ficou provado se elas são seguras ou inseguras em seres humanos, mas as grávidas devem usá-las apenas se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto.

Sim, estudos com animais fornecem fortes evidências de que a exposição a altos níveis de serotonina no útero produz comportamentos autistas e mudanças na estrutura do cérebro. Como há poucos estudos realizados em humanos, os cientistas acreditam que a coisa mais sensata a se fazer é estar ciente dos riscos e pensar duas vezes antes de tomar tais drogas durante a gravidez.

[CNN]

quinta-feira, 30 de junho de 2011

" ATENDIMENTO ON - LINE "

(Íris de Cássio Stein/Curitiba)


Devido à grande procura por orientações sobre cuidados com saúde e principalmente sobre depressão e traumas, estamos atendendo à partir de então on-line, à distancia; como já fazemos com alguns pacientes com resultados práticos e satisfatóriamente positivos ! Temos pacientes à distância no Canadá (Ontário), Espanha (Madri), Rio de Janeiro (Petrópolis), Minas Gerais (Belo Horizonte), Paraná (Curitiba), e todos os demais estados brasileiros .

Ao ligar por informações, a pessoa tinha todas as orientações terapêuticas necessárias para um tratamento correto e isto invariavelmente terminava em uma "consulta" perfeita, daí a minha iniciativa em efetivar este tipo de contato para todos os interessados, já que partiu dos próprios amigos pacientes esta sugestão !

Necessário ter uma máquina fotográfica digital ou emprestá-la de um amigo, e inscrição de perfil no Facebook !

Os produtos necessários e sugeridos para cada caso podem ser encontrados em sua própria cidade ou enviados pelo sedex para qualquer lugar do mundo como já fazemos no caso de Ontário, Madri, Petrópolis, etc..

Posteriormente e com autorização dos mesmos, em breve publicaremos abaixo desta postagem/anúncio, depoimentos de pacientes curados, apenas como referência e emails de contato para dúvidas.

Fica então sugerida esta outra forma de abordagem terapêutica, para amigos distantes e interessados em ter maior qualidade de vida e cura para problemas de saúde até então crônicos e dependentes de medicamentos químicos !

Abraços !
Miguel Galli

quarta-feira, 29 de junho de 2011

COMPORTAMENTO - "TRISTEZA NÃO É DEPRESSÃO"

(..vai passar !)

Tristeza não é depressão, mas muita gente está transformando esse sentimento tão comum em doença. Quem não conhece, nos dias de hoje, uma pessoa deprimida?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão já é a principal causa de incapacidade de trabalhar em pessoas que têm entre 15 e 44 anos. É claro que a doença atinge muita gente, mas é importante saber diferenciar um caso e outro. Afinal, ficar triste é natural, faz parte da vida e não precisa de tratamento médico.

No livro "A Tristeza Perdida – Como a Psiquiatria Transformou a Depressão em Moda" (Editora Summus), os autores Allan V. Horwitz e Jerome C. Wakefield levantam a questão, que teve início em 1980, quando a Associação Americana de Psiquiatria lançou uma nova versão do manual de diagnósticos, que hoje está na quarta versão.

Segundo os autores, o diagnóstico para distúrbios mentais se tornou generalista. Se alguém apresentar cinco sintomas de uma lista, é considerado depressivo. Para eles, no entanto, os médicos não se preocupam em questionar as circunstâncias. Dessa forma, a tristeza pode ser encarada como uma doença, que precisa ser tratada com antidepressivos, dando a impressão perigosa de que os medicamentos são a solução para todos os males.

A tristeza é um sentimento natural e espontâneo, parte inerente da condição humana. É uma resposta normal às frustrações e perdas, como uma demissão no emprego, o fora do namorado, uma discussão, entre inúmeros motivos. O tempo que a pessoa ficará triste depende da importância do fato. No entanto, ela é passageira.

A depressão pode surgir até sem razão específica. O indivíduo se sente infeliz na maior parte do tempo, torna-se mais ansioso ou irritado do que o normal, perde a capacidade de apreciar situações prazerosas, deixa de conviver com amigos e familiares, apresenta perda de concentração, pode ter ganho excessivo de peso e sentir dores pelo corpo.

Nesse caso, é preciso procurar um médico. O quadro requer tratamento, diferentemente da tristeza - um sentimento importante e que precisa ser vivido


(www.24horasnews.com.br)

terça-feira, 28 de junho de 2011

"FÍSICA QUANTICA - ASTRONOMIA GEROU CONHECIMENTO PARA COMBATER O CÃNCER"

(Poeira de estrelas)


Pesquisas feitas por astrônomos sobre os corpos celestes estão tendo um impacto direto sobre os corpos humanos.

Os astrônomos da Universidade do Estado de Ohio (EUA) estão trabalhando com físicos-médicos, radioterapeutas e oncologistas para desenvolver um novo tratamento de radioterapia.

A nova terapia de radiação será mais agressiva contra os tumores e mais suave com os tecidos saudáveis ao seu redor.

Radiação das estrelas

Ao estudar como os elementos químicos emitem e absorvem a radiação no interior das estrelas e em torno dos buracos negros, os astrônomos descobriram que os metais pesados, como o ferro, emitem elétrons de baixa energia quando expostos a raios X com energias específicas.

Essa descoberta levanta a possibilidade de que os médicos usem implantes feitos de certos elementos pesados para destruir tumores com elétrons de baixa energia, expondo o tecido saudável a um nível de radiação muito menor do que é possível hoje.

Implantes semelhantes também poderão melhorar o diagnóstico médico por imagens do interior do corpo humano.

Plasma

Sultana Nahar e seus colegas estão trabalhando com os elementos ouro e platina para construir um dispositivo que gera os raios X em frequências-chave.

Seus dados indicam que um único átomo de ouro ou platina atingido por uma pequena dose de raios X em uma estreita faixa de frequências - equivalente a cerca de um décimo do amplo espectro de frequências da radiação de raios X - produz um fluxo de mais de 20 elétrons de baixa energia.

Esses elétrons ejetados pelos átomos de ouro e platina criam um gás eletricamente carregado, ou plasma, extremamente localizado, mas capaz de matar as células dos tumores.

Esses átomos metálicos seriam inseridos nos tumores na forma de nanopartículas, que hoje já estão sendo testadas para levar drogas até os tumores.

Astroterapia

"Como astrônomos, aplicamos física e química básicas para compreender o que está acontecendo nas estrelas. Estamos muito animados em aplicar o mesmo conhecimento para tratar o câncer," disse Nahar.

Segundo a pesquisadora, o uso da radiação na Medicina está bastante indiscriminado hoje, não tendo havido qualquer avanço fundamental na produção de raios X desde a invenção do tubo de raios X por Roentgen, em 1890.

A equipe batizou o novo conceito de RNPT (Resonant Nano-Plasma Theranostics) - Teranóstico por Nano-Plasma Ressonante - teranóstico é uma junção de terapia e diagnóstico.


FONTE : http://www.diariodasaude.com.br/

sábado, 25 de junho de 2011

CIÊNCIA - "DESCOBERTA MAIOR CORRENTE ELÉTRICA DO UNIVERSO"



Um jato cósmico a dois bilhões de anos-luz de distância está transportando a mais alta corrente elétrica já observada pelo homem: 1018 Ampères, ou um exa-Ampère.

Estima-se que isso seja equivalente a 1 trilhão de raios que caíssem simultaneamente. Com a diferença que a corrente cósmica não tem a velocidade de um relâmpago: ela é estável e duradoura.

Philipp Kronberg e seus colegas da Universidade de Toronto, no Canadá, mediram o alinhamento das ondas de rádio ao longo de uma galáxia conhecida como 3C303, que possui um jato gigante de matéria sendo disparado a partir de seu centro.

Eles observaram uma súbita mudança no alinhamento das ondas de rádio que coincide com o jato.

"Esta é uma assinatura inequívoca de uma corrente," disse Kronberg.

A equipe acredita que a corrente está sendo gerada pelos campos magnéticos de um buraco negro colossal no centro da galáxia.

Esse raio galáctico é forte o suficiente para iluminar o jato de matéria e dirigi-lo através dos gases interestelares por uma distância de 150.000 anos-luz.


FONTE :
Measurement of the Electric Current in a KPC-scale Jet
Philipp P. Kronberg, Richard V.E. Lovelace, Giovanni Lapenta, Stirling A. Colgate
arXiv
7 Jun 2011
http://arxiv.org/abs/1106.1397

sexta-feira, 17 de junho de 2011

ALERTA - "CRIANÇAS NÃO SÃO PADRONIZADAS, SÃO INDIVÍDUOS"

(Você quer uma criança ou um robô ?)


O Brasil vive uma epidemia de diagnóstico de transtorno de déficit de atenção, hiperatividade, transtorno de oposição desafiadora, depressão, dislexia e autismo em crianças e adolescentes.

Entre 5% e 17% de crianças encaminhadas para serviços de especialidades médicas recebem uma receita com medicações extremamente perigosas, como psicoestimulantes, antidepressivos e antipsicóticos.

O remédio tomou conta do processo de educação e atribuiu ao organismo da criança a responsabilidade pelo aprendizado.

Foi isto o que mais de 1.200 profissionais da área da saúde e educadores ouviram em duas sessões realizadas no auditório da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Medicalização do modo de ser

Segundo o pediatra Ricardo Caraffa, as crianças acabam sendo diagnosticadas muito rapidamente e de forma errônea sem receber nenhum outro tipo de atenção e análise.

Num esforço de reverter esse quadro, foi realizado em São Paulo, no mês de novembro, um fórum sobre o tema.

Cerca de 450 participantes de 27 entidades assinaram um manifesto no qual afirmam que a aprendizagem e os modos de ser e agir têm sido alvos da medicalização, transformando as crianças em consumidores de tratamentos, medicamentos e terapias.

"A venda de medicamentos à base de metilfenidato aumentou 1.000 por cento nos últimos anos. São dois milhões de caixas por ano. Esse número é muito expressivo", explicou Caraffa.

Diferenças pessoais, não doenças

Para a pediatra, professora e pesquisadora da Unicamp, Maria Aparecida Affonso Moysés, existem doenças e problemas de saúde que podem interferir com o desenvolvimento cognitivo e afetivo das pessoas.

Existem pessoas que aprendem com mais facilidade que outras e existem pessoas tranquilas, calmas, apáticas, agitadas, empolgadas e mais agressivas.

E entre os extremos há infinitas possibilidades.

Ainda segundo Moysés, existem diferentes modos de aprender e lidar com que já foi aprendido e cada um estabelece os seus próprios processos cognitivos e mentais para aprender.

"Cada ser humano é diferente do outro. Quais são as evidências científicas que comprovam que doenças biológicas e psiquiatras comprometem exclusivamente a aprendizagem?", questionou a pesquisadora que desenvolve um trabalho juntamente com Cecília Colares, da Faculdade de Educação, sobre déficit de atenção.

Retrocesso

Para a psicóloga da USP Marilene Proença Souza, a criança brinca, faz birra, chora e tenta impor sua vontade.

Mas, hoje em dia, quando ela corre um pouco mais é dita como hiperativa, se fala muito é rotulada de desatenta, e se troca letras no processo de alfabetização - o que é esperado - dizem que ela tem dislexia.

Segundo Marilene, ao diagnosticar a criança com algum distúrbio, a sociedade está deixando de considerar todo o processo de escolarização que produz o não-aprender e o não-comportar-se em sala de aula.

"Do ponto de vista da psicologia da educação, estamos vivendo um retrocesso. Estamos culpando a criança por não aprender e medicando-a. O remédio não pode ocupar o lugar da escola e da família. Se assim for, estamos invertendo valores do campo da saúde, da educação e da psicologia com relação ao desenvolvimento infantil e deixando de usar todos os instrumentos pedagógicos no início do processo de alfabetização", disse Marilene.

Mas o pior de tudo é que a criança, indefesa e dependente, nada pode contra o médico pediatra e os pais juntos ! Que mundo é este que faz de criaturas diferentes, aberrações que precisam de remédios ?


quarta-feira, 15 de junho de 2011

"SAÚDE - MELHORE A QUALIDADE DE VIDA NO INVERNO"


Chá de estímulo

Quem esquece (ou tem preguiça) de tomar água no frio não pode deixar de tomar chá. A professora de ioga Vanessa De Luca recomenda um chá de gengibre com canela, dois ingredientes estimulantes. A nutricionista Andréa Andrade, da RG Nutri Consultoria, alerta para a importância de manter a hidratação nesta época.

Hora de malhar

Cada um tem uma hora favorita para fazer exercícios. A explicação é o relógio biológico e a secreção de hormônios relacionados a um maior estado de alerta. Preste atenção no seu perfil e obedeça seu horário, seja na manhã ou à tarde. Outra sugestão, do fisiologista Paulo Zogaib, da Unifesp, é fazer atividade física nos horários mais quentes do dia (no inverno, do meio-dia até 14h).

Banho de sol

Dias mais curtos e menos luminosos são uns dos maiores culpados pelo desânimo do inverno. Nessa época, há uma maior liberação de melatonina, o hormônio do sono. Deixar a casa bem iluminada desde cedo é um antídoto, afirma a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono da Unifesp. Outra dica é aproveitar o máximo de sol possível. "A energia tem muita relação com a luminosidade. A luz estimula nosso marca-passo de alerta."

Pacote Anticãimbra

Aquela contração muscular repentina, de causa desconhecida, mas associada ao esforço do exercício físico, pode aumentar no inverno. Quem tem predisposição deve caprichar numa dieta rica em minerais como sódio, potássio, magnésio e cálcio. Pera, bananas, tâmara, papaia, abóbora, camarão e feijão-azuqui são indicados.

Recompensa

A ginástica ajuda a liberar endorfinas, neurotransmissores que têm ação analgésica, anti-inflamatória e que diminuem a ansiedade e o mal estar. Quanto maior o tempo de atividade, maior a liberação da substância, diz o fisiologista Paulo Zogaib, da Unifesp. "Quando não fazemos exercício, a secreção é pequena e nem percebemos os benefícios." Para quem é sedentário, 30 minutos já podem fazer diferença. Quem já faz algum exercício deve tentar diferentes intensidades.

Esfrega-esfrega

No frio, a pele se retrai, o que diminui a disposição. O coreógrafo e bailarino Ivaldo Bertazzo, da Escola do Movimento, reverte isso com um ritual de esfregação. Antes ou depois do banho, use uns seis minutos para escovar o corpo, caprichando nas articulações ou onde sente alguma dor. Você mesmo deve controlar a força das escovadas, para se aquecer sem machucar, dilatando os vasos sanguíneos. "Você fica menos defendido, menos retraído." Prefira escovas de cerdas sintéticas. "Tem uma moda de cerdas naturais, mas elas são piores, ficam sujas."

Desenferruje

A variação de temperatura diminui a elasticidade das articulações, explica o ortopedista Arnaldo José Hernandez, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. É por isso que, no frio, acordamos mais travados. Logo que acordar, mexa-se devagar para aquecer músculos e articulações. Se for fazer uma atividade física, o aquecimento deve começar bem mais leve e durar mais alguns minutos do que você está acostumado.

Escalda-pés

Se seus pés insistem em virar pedras de gelo à noite, jogue-os na água quente. Em três litros de água morna, coloque uma colher (sopa) de óleo vegetal de copaíba, cinco gotas de óleo de gengibre e cinco gotas de óleo de laranja. Deixe bolinhas de gude ou seixos no fundo da bacia, para massagear as solas. Diminui o cansaço e prepara para o sono.

Bate-bate

Bata com um bastão de madeira no corpo todo: ombros, pescoço e costas. O bastão pode ser um pedaço de cabo de vassoura. Os movimentos devem ser intensos e a força, de acordo com o seu bem-estar. A sugestão, de Ivaldo Bertazzo, é para gerar mais elasticidade na musculatura e deixar ela menos encurtada. Outra ideia é bater os pés no chão como se estivesse sapateando, mas sem sapatos.

Antidepressão

O aminoácido triptofano, presente em alguns alimentos, é um precursor da serotonina, neurotransmissor que ajuda a regular o humor e dá a sensação de bem-estar e prazer. Se consumimos a substância, aumentamos a quantidade de serotonina no organismo. É quase uma ação antidepressiva. Há triptofano na banana, no chocolate e em cereais integrais, diz a nutricionista Paula Gandin.

Lanchinhos

Fazer lanchinhos de três em três horas mantém o metabolismo sempre ativo, explica a nutricionista Andréa Andrade.Uma boa forma de fornecer energia ao corpo é consumir carboidratos (barrinhas de frutas, cookies integrais, frutas secas ou naturais). Os integrais são melhores porque são digeridos mais lentamente, o que gera energia contínua, e são ricos em vitaminas do complexo B, importantes para o metabolismo energético.

Sem gordura

Quem tem o hábito de comer antes de dormir deve evitar alimentos gordurosos. A sugestão da nutricionista Andréa Andrade é preparar leite desnatado com especiarias, como cravo e canela. "O leite é rico em cálcio e tem triptofano, substância que ajuda no sono, além de ser quentinho e dar um conforto térmico."

Choque térmico

Essa acorda qualquer um, o difícil é ter coragem. Fique 20 minutos em uma banheira com água a mais ou menos 30 graus. Depois, use o chuveirinho para dar jatos de água gelada no corpo, de baixo para cima, por uns 30 segundos. Quem não tem banheira pode tomar uma ducha gelada no fim do banho, ensina Mariela de Oliveira Silveira, médica do Spa Kurotel. A mudança brusca de temperatura ativa a circulação, aumenta a disposição e a imunidade.

Expire

Em vez de inspirar mais fundo, tente expirar mais fundo. Faça uma contagem: inspire em três segundos e expire em oito. Faça isso sentado ou deitado, com a coluna ereta, e repita várias vezes. O exercício ajuda a eliminar toxinas do organismo, de acordo com Ivaldo Bertazzo.

Café da Manhã diferente

Teste receitas energéticas no café da manhã. Que tal um suco feito de gengibre batido com limão e açúcar? O gengibre também pode incrementar a vitamina de frutas. Tente usar iogurte natural em vez de leite. Outra ideia é levar uma banana ao forno com melaço de cana, gergelim e amendoim torrado. A nutricionista Paula Gandin sugere ainda um creme de abacates, que pode ser feito salgado ou doce. "O abacate é mal visto por ser calórico, mas a gordura dele ajuda a diminuir o colesterol."

Respiração

Não precisa ser iogue para aproveitar o benefício do bhastrika (respiração de fole), exercício respiratório que acelera os batimentos cardíacos e aquece o corpo. Sente-se com a coluna ereta e inspire e expire o ar rapidamente (imitando o barulho de uma locomotiva). Ao soltar o ar, recolha o abdome para expirar mais rápido. É como uma sanfona acelerada. Faça isso por 30 segundos e volte a respirar normalmente. Se estiver se sentindo bem, pode repetir duas vezes, diz Vanessa De Luca, professora de ioga da YogaFlow.

Cardápio termogênico

Há alimentos que aceleram o metabolismo, são os chamados termogênicos. Estão na lista a pimenta, o café, o chá-verde e o gengibre. "Tente colocar mais pimenta nos pratos de sempre", recomenda a nutricionista funcional Daniela Jobst.

Sem soneca

Feijoada ou lasanha são mais atrativos no inverno, porque precisamos de mais calorias. Mas, por causa da gordura saturada, são de difícil digestão e dão sono. "A energia do corpo todo é direcionada para a digestão", diz a nutricionista funcional Daniela Jobst. Para matar a vontade de gordura e manter a disposição,coma frutas oleaginosas (nozes, macadâmia) e chocolate meio amargo.

Dicas e alterações no dia-a-dia que com certeza trarão mais prazer e disposição durante os longos e frios dias de inverno !